Estamos numa nova etapa. Agora que o efeito das toxinas ja passou por completo é altura de avaliar os prós e os contras de se fazer ou não nova intervenção. Após avaliação, minha e da fisioterapeuta, vamos esperar mais um tempo. O Francisco adquiriu uma marcha mais correta e a força das pernas voltou por completo, o que nos leva a concluir que não se justifica fazê-lo passar por todo aquele tormento novamente, somos da opinião que foram atingidos grandes feitos e as toxinas trouxeram um benefício muito grande que foi a aquisição correta do andar sem ser em tesoura o que lhe facilita muito a vida, a dele e a nossa. Agora até quer correr!!!
Há uns anos atrás tentámos que ele usa-se umas talas nos pés para ajudar a corrigir o pé, que com a posição incorreta do andar e a força que ele faz nas pernas para caminhar, começou a tomar uma forma anormal. Na altura as talas não ficaram perfeitas e ele era muito pequeno e recusou (recordas-te Inês?), não queria de forma nenhuma andar com elas e acabámos por desistir. Agora vamos tentar novamente.
Antes de adquirirmos umas vamos experimentar as de outro menino que a sua mãe gentilmente nos cedeu. A finalidade é não gastar dinheiro e depois ficarem ali mais umas talas guardadas no fundo do guarda-fatos (ainda são bastante caras). Não vai andar sempre com elas, até porque estas não são feitas à medida certa do pé dele, o nosso objetivo é que ele se ambiente e quando tiver as suas não estranhe.
Ora isto tem 24h! E não correu mal para primeiro dia. Quando a Mónica, (é a fisioterapeuta!), lhas colocou ficou apreensivo, mas aceitou, o problema foi quando fechou o velcro... não as queria! Em casa até correu bem, não reclamou e esteve bastante tempo com elas, apesar de estar sempre a tentar tira-las, mas sem reclamar e sem me pedir ajuda. Por momentos ainda pensei que fosse desitir e render-se, mas não. Com calma chegamos lá. Como se costuma dizer devagar se vai longe!!! O Francisco agora está mais velho e compreende mais as coisas, por isso tenho esperança de que vamos atingir a nossa meta.
Bêjos
Carina Santos Pereira
Há uns anos atrás tentámos que ele usa-se umas talas nos pés para ajudar a corrigir o pé, que com a posição incorreta do andar e a força que ele faz nas pernas para caminhar, começou a tomar uma forma anormal. Na altura as talas não ficaram perfeitas e ele era muito pequeno e recusou (recordas-te Inês?), não queria de forma nenhuma andar com elas e acabámos por desistir. Agora vamos tentar novamente.
Antes de adquirirmos umas vamos experimentar as de outro menino que a sua mãe gentilmente nos cedeu. A finalidade é não gastar dinheiro e depois ficarem ali mais umas talas guardadas no fundo do guarda-fatos (ainda são bastante caras). Não vai andar sempre com elas, até porque estas não são feitas à medida certa do pé dele, o nosso objetivo é que ele se ambiente e quando tiver as suas não estranhe.
Ora isto tem 24h! E não correu mal para primeiro dia. Quando a Mónica, (é a fisioterapeuta!), lhas colocou ficou apreensivo, mas aceitou, o problema foi quando fechou o velcro... não as queria! Em casa até correu bem, não reclamou e esteve bastante tempo com elas, apesar de estar sempre a tentar tira-las, mas sem reclamar e sem me pedir ajuda. Por momentos ainda pensei que fosse desitir e render-se, mas não. Com calma chegamos lá. Como se costuma dizer devagar se vai longe!!! O Francisco agora está mais velho e compreende mais as coisas, por isso tenho esperança de que vamos atingir a nossa meta.
Bêjos
Carina Santos Pereira

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